A SECA CHEGOU!!
ELIMINE OS PIORES SINTOMAS DO CÁLCULO RENAL!​

  • Dor intensa na parte de baixo das costas, que pode limitar os movimentos;
  • Dor que irradia das costas para a virilha;
  • Dor ao urinar;
  • Urina rosa, vermelha ou marrom;
  • Vontade frequente para urinar;
  • Enjoos ou vômitos;
  • Febre acima de 38º C.

O PERÍODO DE SECA ACABA EM:

DIAS
HORAS
MINUTOS

SOBRE O CÁLCULO RENAL / PEDRAS NOS RINS

O cálculo renal, também chamado de pedra nos rins, é uma massa semelhante as pedras que podem se formar em qualquer local do sistema urinário. Geralmente, a pedra nos rins é eliminada através da urina, sem causar sintomas, mas em alguns casos pode ficar presa nos canais da urina, gerando DOR intensa e SANGUE na urina.

COMO POSSO ALIVIAR
OS SINTOMAS DO CÁLCULO RENAL?

Na grande maioria dos casos as cólicas renais  (dores) são aliviadas com medicamentos orais, algumas vezes essas cólicas são tão fortes que necessitam de uma internação clínica.

Além disso, quem tem pedra nos rins deve também ter cuidados com a alimentação, evitando o sal e bebendo um copo de de água ou suco de laranja todos os dias, por exemplo. Para saber mais sobre os cuidados alimentares para quem tem pedra nos rins veja: Alimentação para pedra nos rins.

Em outros casos, essas cólicas (dores) são realmente muito intensas que comprometem os rins e seus funcionamentos.

Sendo assim, os pacientes podem optar pela cirurgia a laser como tratamento para essas pedras que podem estar localizadas no rim, ureter, bexiga ou uretra. Esse tratamento é realizado de forma PIONEIRA no HOSPITAL UROLÓGICO DE BRASÍLIA.

Independentemente da localização e tamanho da pedra, conseguimos realizar a eliminação da grande maioria dos cálculos urinários, evitando que eles fiquem presos e que provoquem intensas dores e prejudiquem, conforme já alertamos, o funcionamento dos rins. 

ALERTA MAIOR: Em alguns casos além do mal funcionamento, caso não haja intervenção rápida, o paciente vem a PERDER o seu RIM.

QUAIS EXAMES DEVO REALIZAR?

O HOSPITAL UROLÓGICO DE BRASÍLIA é referência nos cuidados da SAÚDE do HOMEM.

Estamos preparados para o diagnóstico e tratamento do CÁLCULO RENAL.

Assista ao vídeo do DR. BRUNO PINHEIRO, MÉDICO UROLOGISTA DO HOSPITAL UROLÓGICO, onde ele fala sobre os EXAMES mais comuns.

VEJA COMO É A QUEBRA DO CÁLCULO RENAL POR LASER

Esse vídeo demonstra como se dá a quebra do cálculo renal por laser, uma nova técnica que garante a remoção das pedras sem muita dor de cabeça.

HOSPITAL UROLÓGICO DE BRASÍLIA não só é referência nesta técnica, mas também, o PIONEIRO no Distrito Federal.

Assista ao vídeo do DR. ÉRISTON UHMANN, CEO e MÉDICO UROLOGISTA DO HOSPITAL UROLÓGICO, apresentado no CONGRESSO DE UROLOGIA nos Estados Unidos.

+SOBRE O CÁLCULO RENAL

Dor nos Rins? Conheça as principais causas e comece acabar com ela agora!

A dor nos rins pode indicar diferentes problemas de saúde, como alterações nas funções do próprio rim, infecções ou problemas de coluna, que podem causar diferentes sintomas, como dor, alterações na cor da urina e ardor ao urinar.

O tratamento da dor é feito de acordo com a causa do problema, podendo incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, antibióticos, repouso e massagem.

Principais causas da dor nos rins

A seguir estão listadas as principais causas da dor nos rins e o que fazer para aliviar e tratar o problema.

1. Pedras no rins

A presença de pedras no rins provoca o aparecimento de dor intensa que pode direcionar-se para a barriga ou órgão genital, dor ao urinar e urina rosa, avermelhada ou marrom, devido à presença de vestígios de sangue.

Como tratar: O tratamento é feito de acordo com o tipo de pedra formada, podendo incluir uso de remédio analgésicos, alterações na alimentação ou tratamento a laser, que quebra as pedras em pedaços menores, facilitando a eliminação pela urina. Veja mais em: Tratamento para Pedra nos Rins.

2. Infecção

Os sintomas de infecção nos rins são dor forte no fundo das costas, dor e ardor ao urinar, vontade frequente de urinar e urina com cheiro forte. Em alguns casos também pode ocorrer febre, calafrios, náuseas e vômitos.

Como tratar: Deve-se ingerir bastante água para ajudar a eliminar o micro-organismo causador da dor e fazer uso de antibióticos, de acordo com a orientação do médico clínico geral ou urologista.

3. Cisto ou rim policístico

Os sintomas de cisto no rim só aparecem quando o cisto já é grande, podendo causar dor, urina com sangue, pressão alta e infecções urinárias frequentes.

Como tratar: O tratamento deve ser recomendado por um nefrologista e pode ser feito com o uso de medicamentos, quando o cisto é pequeno, ou através de cirurgia, que é feita para remover os cistos maiores.

dor nos rins4. Câncer

A dor causada pelo câncer de rim normalmente só aparece em estágios avançados da doença, e é caracterizada por dor na região lateral da barriga e nas costas, e sangue na urina.

Como tratar: O tratamento é feito com um médico oncologista e depende do estágio do tumor, podendo incluir cirurgia, crioterapia, radiofrequência e uso de medicamentos para aliviar os sintomas. Os tumores renais normalmente não respondem bem à quimioterapia e à radioterapia.

5. Hidronefrose

É o inchaço do rim devido ao acúmulo de urina, causando dor no fundo das costas, urina com sangue, febre e calafrios.

Como tratar: Deve-se ir ao médico para retirar a urina acumulada e identificar a causa do problema, que pode ser pedras nos rins, infecção urinária severa ou presença de tumor nos rins. Veja mais em: Hidronefrose.

6. Trombose ou isquemia da veia renal

É quando não chega sangue suficiente para o rim, causando morte das células e dor. É semelhante ao que acontece no AVC ou quando se tem um infarto.

Como tratar: Apenas exames médicos podem detectar o problema, e o tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos ou cirurgia, dependendo da gravidade do problema.

7. Lesões e pancadas

Lesões e pancadas nas costas, especialmente na altura da cintura, podem causar inflamação e dor nos rins.

Como tratar: Colocar uma bolsa de água quente nas costas e repousar, podendo-se utilizar também remédios analgésicos. Se a dor persistir, deve-se procurar ajuda médica.

Dor nos rins na gravidez

A dor nos rins na gravidez geralmente é causada por alterações na coluna, devido ao esforço que a gestante faz pelo peso da barriga. Raramente ela está relacionada a alterações renais, mas em casos que também existe dor ao urinar, deve-se consultar o ginecologista para identificar a causa do problema e evitar complicações.

Para aliviar, pode-se colocar uma bolsa de água quente na região dolorida e ficar recostada numa poltrona confortável, com os pés elevados. Essa posição alivia a dor nas costas e desincha os pés. Veja mais em: Dor nos rins na gravidez.

Quando ir ao médico

É recomendado buscar ajuda médica sempre que a dor nos rins for muito forte, impedindo a realização das atividades da rotina normal, ou quando a dor se torna frequente. Embora haja muitas causas de dor nos rins, muitas vezes ela também pode estar relacionada a problemas de coluna, e por isso a fisioterapia também pode ser uma opção de tratamento.

Rins: Suas funções e importância!

Os rins são dois órgãos com um tamanho aproximado à uma mão fechada em formato de feijão. Em quantidade de 2 (dois), eles estão localizados imediatamente abaixo da caixa torácica, um em cada lado da coluna vertebral. Todos os dias, os dois rins filtram cerca de 120 a 150 litros de sangue para produzir cerca de 1 a 2 litros de urina.

Função dos Rins

Cerca de 70% do peso de um indivíduo adulto são representados por água. Essa enorme quantidade, por outro lado, apresenta grandes oscilações: como a água constitui  de 70% a 90% do volume total de alimentos ingeridos pelo homem, nada entra e sai do organismo em volume tão elevado quanto a água, exceto o ar.

Aparentemente, tal quantidade de água absorvida criaria para os rins a finalidade principal de drená-la continuamente do corpo, como um mero resíduo inócuo. Mas, na verdade, toda essa água que entra é necessária às funções orgânicas. Além da água ingerida com alimentos sólidos e líquidos, o homem precisa completar suas necessidades com a ingestão de água pura, embora o próprio corpo produza água subproduto acidental de atividades bioquímicas.

No organismo, a oxidação de gorduras, proteínas e açúcares resulta na produção diária de quase meio litro de água. O processo é semelhante ao da combustão, na qual os átomos de oxigênio se combinam com os de hidrogênio para formarem água na forma de vapor.

Por existir como elemento integrante, de quase tudo, a água é um solvente universal. De certo modo, no decorrer do tempo, quase tudo se dissolve em água, inclusive a pedra. A água é, portanto, um veículo ideal para transporte e intercâmbio de substâncias essenciais ao corpo. Em solução ou em mistura, os sais inorgânicos, proteínas, vitaminas, hormônios, gorduras e açúcares são transportados em veiculo aquoso.

Por isso mesmo, a água desempenha um papel fundamental no processo da osmose, que é a passagem do solvente ou de outras substâncias através de membranas semipermeáveis que separam duas soluções de desigual concentração.

A solução mais concentrada (que exerce maior pressão) atrai as moléculas do solvente, provocando assim a migração deste último, até que as concentrações se equilibrem. Como as células do organismo são envolvidas por paredes semipermeáveis, as escórias resultantes do funcionamento celular passam para o líquido intersticial que banha as células. Da mesma maneira, substâncias nutritivas passam do liquido intersticial para o interior da célula.

Quase toda a água do corpo está no interior das células. O sangue contém apenas cerca de 10% e o restante se distribui por outros líquidos, sobretudo o intersticial.

rinsAlém dessa função de veicular as substâncias essenciais ao organismo, a água funciona, também, como elemento regulador da temperatura: a perspiração umedece a pele, de onde a evaporação rouba calor e baixa a temperatura circundante. Mesmo insensível, a perspiração sempre ocorre.

Por essas razões, os níveis de água no corpo são fundamentais para o equilíbrio fisiológico. Mas o trabalho dos rins não tem por finalidade única nem principal a eliminação do excesso de água. Na urina, a água entra mais uma vez como veículo que permite a excreção de resíduos resultantes da atividade orgânica. E o caso da ureia “bagaço” final das proteínas aproveitadas e reaproveitadas pelo organismo.

Uma terceira função dos rins consiste no controle da composição do sangue, no que diz respeito aos diferentes sais inorgânicos, tão importantes devido a sua função osmótica. Esse controle dos níveis salmos é feito mediante a eliminação dos excessos, pela urina.

A cada minuto, cerca de 1/5 do sangue passa pelos rins, para filtragem. O produto filtrado, porém, é ainda muito menos concentrado que a urina. O próprio rim fará passar esse filtrado por túbulos contorcidos, a fim de que a água e outros compostos sejam reabsorvidos. Por meio dessa reabsorção, os rins contribuem para manter no corpo a água e outras substâncias necessárias.

Estrutura e Funcionamento dos Rins

rinsOs rins localizam-se nas fossas lombares, um de cada lado da coluna vertebral. Envolvidos por abundante camada de tecido adiposo, abrigam-se nas chamadas lojas renais, que são delimitadas por uma membrana de tecido conjuntivo. O rim esquerdo limita-se com o pâncreas, o baço, o estomago e o intestino delgado. O rim direito, com o ligado, o duodeno e o cólon ascendente (porção do intestino grosso). Em suas extremidades superiores, os dois órgãos são recobertos pelas glândulas supra-renais. Estas, embora situadas no interior das lojas renais, são completamente independentes dos rins.

Com formato semelhante ao de um feijão, cada rim mede, em geral, 10 cm de comprimento. 5 de largura e 3 de espessura, pesando cerca de 150 g, no homem, e 130, na mulher.

No rim distinguem-se três regiões anatômicas. Comparado a uma laranja sem considerar a forma e as proporções -, o órgão apresentaria uma casca (cápsula fibrosa que constitui o invólucro renal), o “branco da casca” (córtex renal) e a polpa (medula renal). O córtex, porém, não é uma camada lisa, mas sim irregular, com projeções que se encaixam na medula.

A unidade funcional do rim é o néfron. Cada néfron é constituído por um glomérulo e um túbulo renal. Toda a urina resulta da filtragem do sangue por mais de 1 milhão de néfrons existentes em cada um dos rins humanos. O sangue penetra nos rins pela artéria renal, que se ramifica sucessivamente. Em determinado nível, parte uma arteríola que penetra num grãozinho chamado cápsula de Bowman.

Dentro dessa cápsula microscópica, a arteríola assume calibre de vaso capilar e, como um fio que se enrola repetidamente sobre si mesmo, forma um novelo compacto. Esse novelo é o glomérulo. Cada glomérulo constitui, com sua respectiva cápsula, um corpúsculo renal (também chamado corpúsculo de Malpighi. O mesmo capilar que se enovelou para formar o glomérulo assume novamente o calibre de arteríola e sai da cápsula de Bowman para retornar à artéria de onde proveio. A arteríola que penetra a cápsula chama-se aferente; a que sai, eferente.

rinsAo atravessar o glomérulo, o sangue deixa passar água e sais pelas paredes permeáveis dos capilares. Esse filtrado é absorvido pelas paredes da cápsula de Sowman, também permeável; esta, por sua vez, nada mais é que o fundo falso de um tubo, dentro do qual o glomérulo está inserido.

O filtrado absorvido pela parede da cápsula de Bowman penetra num tubo sinuoso o tábula contorcido proximal (primeira porção do túbulo renal, próxima ao glomérulo). Depois de várias circunvoluções, o túbulo descreve uma grande alça (alça de Henle), que mergulha na medula renal e volta ao córtex. Terminada a alça, o túbulo renal assume outra vez a forma sinuosa, agora com o nome de túbulo contorcido distal (distante do glomérulo). Os túbulos distais desembocam, como afluentes, nos

tubos coletores, onde penetra finalmente o filtrado, a esta altura já reabsorvido em sua maior parte (dos 180 litros de filtrado produzidos diariamente, apenas um litro e meio se converte em urina).

Os tubos coletores desembocam em vias de calibre maior, os duetos capilares. Estes últimos se dispõem lado a lado com vasos, para formarem pirâmides com a ponta voltada para o interior do rim. O vértice de cada uma dessas pirâmides, com 10 a 25 aberturas de duetos, constitui uma papila, minúsculo chuveiro que se projeta para dentro de uma câmara chamada cálice renal. Dos diversos orifícios de cada papila flui urina já quase completamente elaborada.

Por sua vez, cada grupo de três ou quatro cálices se une num cálice maior, que se comunica finalmente com a maior das câmaras de saída a pelve renal -, onde é recolhida a urina (modificação do líquido primitivamente filtrado no glomérulo). Afunilando-se em seu fundo, a pelve renal forma um tubo o ureter através do qual a urina passa à bexiga.

Esse texto é uma contribuição do site Anatomia do Corpo.

Cálculo Renal: 10 mitos e verdades das pedras nos rins

cálculo renal, também chamado popularmente de pedra nos rins, é uma massa sólida composta por pequenos cristais que surge no trato urinário e que pode causar dor intensa.

Ao todo, existem quatro tipos de cálculos renais. Eles são diferenciados por suas formações e suas características principais. O tipo mais comum são os cálculos de cálcio, mas também podem haver casos de cálculos de cistina, cálculos de estruvita e cálculos de ácido úrico.

Diversos fatores colocam as pessoas no risco de apresentar algum tipo de cálculo renal, desde uma alimentação inadequada até o envelhecimento natural do organismo. Mas, da mesma forma, existem diversas formas de prevenir a pedra nos rins.

Abaixo, nós separamos algumas informações sobre cálculos renais e contamos se elas são verdadeiras ou mitos. Continue lendo e informe-se:

10 mitos e verdades sobre pedra nos rins

1. Excesso de sódio pode provocar cálculo renal

Verdade! O consumo excessivo de sal, de alimentos embutidos, refrigerantes, macarrão instantâneo e outros que contenham alto teor de sódio podem favorecer o aparecimento do cálculo renal.

Isso acontece porque o sódio em excesso no organismo pode fazer com que a excreção de cálcio na urina resulte no acúmulo de pequenos cristais nos rins, dando início a um episódio de pedra nos rins.

2. Urina amarelada e com sangue é sintoma de pedra no rins

Verdade, mas nem sempre! Diversos fatores podem deixar a urina mais amarelada e com sangue, e um deles é o cálculo renal. Mas a origem deste sintoma pode ser outra, desde tumores a distúrbios de coagulação sanguínea, que nada têm a ver com a saúde dos seus rins.

Ou seja, sintomas isolados como este não dão certeza sobre a causa e precisam ser melhores investigados. Caso haja alguma alteração na cor da urina, procure um profissional o quanto antes para saber o que pode ser.

3. Consumir vitamina C em excesso aumenta a probabilidade de cálculo renal

Verdade! A vitamina C é muito benéfica para o organismo, mas seu consumo deve ser balanceado. Isso porque o corpo só tem capacidade de absorver as vitaminas até certo limite e, quando ele é atingido, passa a expelir aquilo que estiver em excesso.

No caso da vitamina C, ao ser metabolizada pelo fígado, ele produz oxalato de cálcio, o que pode levar ao surgimento de pedra no rim.

4. Cálculos renais são mais comuns em idosos

Mito! Apesar da idade ser um fator que contribui para uma maior probabilidade de pedra nos rins, os cálculos renais podem aparecer em pessoas de todas as idades.

Os casos mais comuns, porém, acontecem em pessoas do sexo masculino entre 20 e 40 anos.

5. O período de maior incidência é o verão

Verdade! É fato que a incidência de pedra nos rins aumenta significativamente durante o verão. Especialmente em países como o Brasil, com verões tropicais, as pessoas tendem a comer de forma menos qualitativa e esquecem de aumentar sua hidratação na proporção necessária.

6. O consumo de cálcio aumenta as chances de cálculo renal

Mito! A lenda provavelmente originou-se graças ao problema do cálculo de cálcio. Algumas pessoas acreditam que por terem ou já terem tido o cálculo de cálcio – o mais comum dos tipos -, elas devem diminuir de forma significativa o consumo de cálcio. Mas isso não é verdade.

Este erro pode ser muito grave e até mesmo aumentar a probabilidade de rescindência de pedra nos rins. A falta de cálcio no corpo, na verdade, diminui a eliminação do oxalato, que é a substância que compõe o cálculo.

Além disso, a diminuição do consumo de cálcio pode ser muito ruim, uma vez que aumenta as chances de desenvolvimento futuro de osteoporose e outras doenças que afetam os ossos.

7. O cálculo renal pode ser sintoma de doenças mais graves

Verdade, mas fique atento(a)! Sempre que o corpo sofre algum tipo de dano, nosso metabolismo trabalha para tentar sanar ou minimizá-lo. Por isso, é verdade que o cálculo renal pode vir como sintoma de doenças não só renais, mas intestinais também.

Isso acontece porque, em caso de doenças renais e/ou intestinais mais graves, há uma alteração na absorção de substâncias pelo organismo, o que pode desencadear na supersaturação da urina.

Porém, nada de pânico! Antes de qualquer coisa, é necessário consultar um médico e não se desesperar criando minhocas da cabeça.

8. Bebidas alcoólicas aumentam as chances de cálculo renal

Mito e verdade! Ué, como assim? É simples: bebidas alcoólicas, consumidas em excesso, podem estar associadas às pedras nos rins, uma vez que elas diminuem o metabolismo do ácido úrico.

Mas, ao mesmo tempo, é um mito dizer que somente o ato de beber álcool aumenta as chances de cálculo renal. O álcool, assim como diversas substâncias, podem contribuir para o surgimento de pedra nos rins, mas não é sua causa principal.

Tudo em excesso faz mal, inclusive a própria água, então o consumo exagerado de álcool pode, sim, aumentar os níveis de ácido úrico e a quantidade de urina produzida. Isso faz com que o organismo expila uma maior quantidade de substâncias na urina.

9. Tomar bastante água evita o surgimento de pedras

Verdade! Pessoas que tomam bastante água têm incidência menor de pedra nos rins, pois tendem a urinar mais vezes ao longo do dia.

Ir ao banheiro com mais frequência aumenta a probabilidade de cristais ou formações sólidas não ficarem acumulados no trato urinário e, assim, resultarem nos cálculos renais.

10. Uma mesma pessoa pode ter pedra nos rins mais de uma vez

Verdade! Quem já teve cálculo renal, principalmente o cálculo de cálcio, apresenta maior propensão para sofrer deste problema novamente.

Pessoas que já tiveram — e sabem a dor que é — devem ficar atentas aos métodos de prevenção e diminuir o sódio em suas dietas, bem como aumentar a hidratação. Mesmo os casos não relativos à dieta devem ser prevenidos para que, desta forma, o risco de cálculo renal seja controlado.

Pedras nos Rins x Alimentação

Para eliminar as pequenas pedras nos rins e evitar que se forme outras é importante beber pelo menos 2,5L de água por dia e ter cuidados com a alimentação, como evitar o consumo exagerado de carnes e reduzir o consumo de sal.

Existem 4 tipos de pedras nos rins: oxalato de cálcio, ácido úrico, estruvita e cistina, e cada tipo exige um cuidado diferente na alimentação. No entanto, nem sempre é possível saber o tipo de pedra que se tem, pois para isso é necessário expelir uma pedra pela urina e levá-la para análise laboratorial.

Assim, para prevenir a formação de todos os tipos de pedras, deve-se seguir as orientações abaixo:

1. Beber mais água

Como deve ser a alimentação para pedra nos rins

É preciso beber pelo menos 2 a 3 litros de água por dia. A principal causa de pedra nos rins é a desidratação, portanto, reidratar-se é o primeiro passo para evitar a formação de pedras nos rins.

Também é importante lembrar que a quantidade ideal de água varia de acordo com o peso, devendo-se consumir cerca de 35 ml de água para cada kilo de peso. Assim, uma pessoa com 70 kg deve beber pelo menos 2,45 L de água por dia, e quanto maior o peso, mais água é necessária para hidratar bem o corpo. Veja a quantidade de água que se deve beber de acordo com a idade.

Veja ainda este vídeo onde são explicados todos os cuidados importantes durante a dieta para pedra nos rins:

2. Suco de laranja ou limão

Beber 1 copo de suco de laranja ou de limonada diariamente, pois essas frutas são ricas em ácido cítrico, que, quando consumidos, dão origem a um sal chamado citrato, que impede a formação de cristais e de pedras no organismo.

3. Evitar proteínas em excesso

A ingestão exagerada de proteínas de carnes ou qualquer produto de origem animal, como a manteiga, por exemplo, aumenta a produção de ácido úrico, outro dos principais componentes das pedras no rins. Consumir 1 bife médio por dia no almoço e no jantar já é o suficiente para uma boa nutrição.

4. Diminuir o sal

Como deve ser a alimentação para pedra nos rins

O sódio, um dos principais componentes do sal, facilita a deposição de sais no organismo e, por isso, deve ser evitado. Além do sal comum usado para temperar os alimentos, produtos industrializados como temperos em cubos, molhos para salada, macarrão instantâneo e carnes processadas como bacon, presunto, apresuntado, linguiça e mortadela, também são ricos em sal e devem ser evitados.Veja a lista de alimentos ricos em sódio.

5. Evitar alimentos ricos em oxalato

Evitar o excesso de oxalato na alimentação ajuda a prevenir principalmente os casos de pedras de oxalato de cálcio. Assim, o cálcio não é o principal causador dessas pedras, mas sim alimentos ricos em oxalato, como amendoim, ruibarbo, espinafre, beterraba, chocolate, chá preto e batata doce.

Assim, esse alimentos devem ser consumidos em pequenas quantidades, e uma boa estratégia é consumi-los juntamente com produtos ricos em cálcio, como leite e derivados, pois o cálcio irá reduzir a absorção do oxalato no intestino, diminuindo a formação de pedras nos rins. Veja mais sobre cada tipo de pedra em: O que fazer para não ter outra crise de pedra nos rins.

6. Chá de quebra-pedra

Tomar o chá de quebra-pedra diariamente por até 3 semanas favorece a eliminação das pedras nos rins, pois este chá tem ação diurética e possui propriedades que relaxam os ureteres, que são os canais que levam a urina dos rins até a bexiga. É durante a passagem da pedra pelos ureteres que a dor surge, conhecida como uma das piores dores que uma pessoa pode ter, e por isso o chá pode ajudar nesse processo. Veja outro Remédio caseiro para pedra nos rins.

O que não comer quando tiver pedra nos rins

Quem alguma pedrinha nos rins, pode eliminá-la através do xixi, e para isso é importante beber bastante líquidos até ao ponto de fazer cerca de 2 litros de xixi por dia.

Os alimentos que não se pode comer são sal, embutidos como salsicha, linguiça, paio, escarola, espinafre, beterraba, salsinha, almeirão, quiabo, ruibarbo, batata doce. Outros que também devem ser evitados são: amendoim, nozes, pimenta, marmelada, farelo de trigo, carambola, chá preto ou chá mate.

Cardápio para pedras nos rins

A tabela a seguir trás o exemplo de um cardápio de 3 dias para evitar o aparecimento de novas pedras nos rins.

RefeiçãoDia 1Dia 2Dia 3
Café da manhã1 copo de leite + 2 fatias de pão integral com ovo1 iogurte natural + 2 col de granola + 1 pedaço de mamão1 copo de suco de laranja + 1 tapioca com queijo
Lanche da manhã1 copo de suco verde com limão, couve, abacaxi e água de coco1 laranja + 3 biscoitos integrais1 banana amassada com canela
Almoço/Jantar4 col de arroz + 2 col de feijão + 100 g de carne cozida com legumes1 filé de peixe no forno + purê de batata + salada de couve refogada100 g de frango ao molho branco + macarrão integral + salada de alface, cenoura e milho
Lanche da tarde1 iogurte + 5 biscoitos integrais com requeijãovitamina de abacate1 iogurte + 1 colher de aveia + pão integral com queijo

Esta alimentação pode influenciar especialmente indivíduos com histórico de casos de pedra nos rins na família e pessoas que já tiveram pedra nos rins alguma vez na vida, evitando o aparecimento de novas pedras.

Todos os Créditos à Tatiana Zanin (CRN-3 15097).
Tratamento para o Cálculo Renal por Laser

LITOTRIPSIA RENAL A LASER É A SOLUÇÃO PARA PEDRA NOS RINS

O cálculo renal, conhecido popularmente como pedra nos rins, é um acúmulo de substâncias não excretadas no trato urinário e nos rins, que se cristalizam com o tempo, formando as pedras. Um dos principais sintomas é a dor abdominal constante. Até pouco tempo, o cálculo era tratado através de cirurgia abdominal extensa, mas agora os médicos preferem realizar a litotripsia renal a laser, uma nova técnica que garante a remoção das pedras sem muita dor de cabeça.

Como funciona a litotripsia renal a laser

O paciente precisa estar dormindo durante o procedimento, então, o primeiro passo é administrar a anestesia geral. Logo após, uma pequena câmera, chamada ureteroscópio, é inserida ao longo da uretra, bexiga e dentro do ureter, através dela o cálculo será localizado.

Junto ao ureteroscópio é colocado um cabo de fibra ótica ultrafino que carrega um laser bem pequeno. O raio contínuo do laser é disparado sobre os cálculos, fragmentando-os em micropedaços, que conseguirão ser expelidos nas próximas urinas.

As vantagens da litotripsia renal a laser são inúmeras, incluindo o período de internação, que não passa de 24 horas. Logo após esse período, o paciente pode ir para casa tranquilamente, apenas utilizado um cateter duplo interno, que deverá ser retirado em poucos dias. Depois da retirada, ele poderá retornar às atividades do cotidiano normalmente.

Quem deve realizar a cirurgia

O litotripsia a laser é indicada para cálculos renais muito pequenos, que medem até cinco milímetros de diâmetro. Mesmo que sejam muito pequenos, essas pedras não conseguem ser expelidas naturalmente, pois ficam presas no ureter antes de chegarem à bexiga. O fato de bloquearem a uretra também dificulta ou impede totalmente a micção.

O médico pode receitar o consumo de líquido juntamente com analgésicos, mas nem sempre essa medida consegue desalojar as pedras. Nesse caso, o próximo passo é partir para a cirurgia a laser.

Medidas preventivas para evitar que o cálculo renal volte

É essencial que o acompanhamento médico persista mesmo depois da litotripsia como medida de controle para futuras infecções e complicações, mesmo que sejam raras. Vale ressaltar que o sangue na urina é um efeito colateral muito comum nos primeiros dias.

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